A Psicologia Educacional ou Psicologia Escolar é o ramo da Psicologia que se dedica ao estudo dos processos de ensino/aprendizagem ao longo da vida (Psicologia do Desenvolvimento) em diversas vertentes, tais como: os mecanismos de aprendizagem nas crianças, jovens e adultos; a eficácia das tácticas educacionais, envolvendo ainda o estudo do funcionamento da própria instituição de ensino enquanto organização.
Assim pode entender-se que a Psicologia Educacional está relacionada com o sucesso educativo na população em geral e em grupos particulares que exigem cuidados especiais.
A sua intervenção abrange as dificuldades escolares, orientação escolar e vocacional, avaliação psicológica e psicopedagógica , avaliação da prontidão escolar, avaliação de métodos de estudo, com vista a optimizá-los e proporcionar estratégias às crianças e jovens de forma a conseguirem superar as suas limitações,entre outros.
Habitualmente utiliza-se o termo "assessment" para designar a natureza da avaliação realizada em Psicologia Educacional.
A palavra "assessment" tem a sua raiz no latim "assidere" que significa "sentar-se ao lado", sugerindo uma relação próxima e uma partilha de experiências, onde não está implicado a atribuição de valor inerente à designação "evaluation". Assim, em Psicologia Educacional, procede-se à recolha de informação sobre uma criança, tendo como objectivo, especificar e verificar problemas, com a finalidade de tomar uma decisão, nomeadamente estabelecer estratégias de ensino adequadas.
Deste modo, a avaliação não se baseia somente nos dados quantitativos e qualitativos, mas é igualmente um meio de estipular um plano de intervenção, no qual são tomadas em conta quer competências, quer dificuldades de cada criança, delineando estratégias de ensino de modo a tomar uma decisão.
Como em qualquer processo de avaliação há dois aspectos fundamentais:
- recolha de elementos do passado: consiste na recolha de dados/informações da anamnese, que permite uma compreensão da situação da criança/jovem com dificuldades. A criança/jovem que conhecemos no momento da avaliação é produto de todas as situações e circunstâncias passadas anteriormente. Contudo em psicologia educacional esta informação não é determinante para o futuro educativo nem condicionante do progresso. Esta informação é sempre considerada em conjunto com os dados actuais, mais recentes, para o delineamento do plano de intervenção que vier à posteriori a ser implementado.
- inferência quanto ao futuro: os prognósticos devem ser muito cautelosos, pois, estes são sempre traçados com base em inferências, cuja validade só poderá ser comprovada no futuro. A avaliação é feita sobre o que a criança/jovem fez. Não temos certezas do que a mesma poderia ter feito face a outras tarefas e em circunstâncias e contextos distintos.
Numa perspectiva educacional a abordagem da problemática não se restringe somente à observação do sujeito ou da família enquanto fonte de problemas. O seu campo alargado de observação envolve os vários contextos reais de aprendizagem da criança ou jovem. Procura-se identificar e descrever os contextos de socialização pelos quais o sujeito vai passando.
Assim pode entender-se que a Psicologia Educacional está relacionada com o sucesso educativo na população em geral e em grupos particulares que exigem cuidados especiais.
A sua intervenção abrange as dificuldades escolares, orientação escolar e vocacional, avaliação psicológica e psicopedagógica , avaliação da prontidão escolar, avaliação de métodos de estudo, com vista a optimizá-los e proporcionar estratégias às crianças e jovens de forma a conseguirem superar as suas limitações,entre outros.
Habitualmente utiliza-se o termo "assessment" para designar a natureza da avaliação realizada em Psicologia Educacional.
A palavra "assessment" tem a sua raiz no latim "assidere" que significa "sentar-se ao lado", sugerindo uma relação próxima e uma partilha de experiências, onde não está implicado a atribuição de valor inerente à designação "evaluation". Assim, em Psicologia Educacional, procede-se à recolha de informação sobre uma criança, tendo como objectivo, especificar e verificar problemas, com a finalidade de tomar uma decisão, nomeadamente estabelecer estratégias de ensino adequadas.
Deste modo, a avaliação não se baseia somente nos dados quantitativos e qualitativos, mas é igualmente um meio de estipular um plano de intervenção, no qual são tomadas em conta quer competências, quer dificuldades de cada criança, delineando estratégias de ensino de modo a tomar uma decisão.
Como em qualquer processo de avaliação há dois aspectos fundamentais:
- recolha de elementos do passado: consiste na recolha de dados/informações da anamnese, que permite uma compreensão da situação da criança/jovem com dificuldades. A criança/jovem que conhecemos no momento da avaliação é produto de todas as situações e circunstâncias passadas anteriormente. Contudo em psicologia educacional esta informação não é determinante para o futuro educativo nem condicionante do progresso. Esta informação é sempre considerada em conjunto com os dados actuais, mais recentes, para o delineamento do plano de intervenção que vier à posteriori a ser implementado.
- inferência quanto ao futuro: os prognósticos devem ser muito cautelosos, pois, estes são sempre traçados com base em inferências, cuja validade só poderá ser comprovada no futuro. A avaliação é feita sobre o que a criança/jovem fez. Não temos certezas do que a mesma poderia ter feito face a outras tarefas e em circunstâncias e contextos distintos.
Numa perspectiva educacional a abordagem da problemática não se restringe somente à observação do sujeito ou da família enquanto fonte de problemas. O seu campo alargado de observação envolve os vários contextos reais de aprendizagem da criança ou jovem. Procura-se identificar e descrever os contextos de socialização pelos quais o sujeito vai passando.